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PCH/UHE

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Usinas Hidrelétricas (PCHs e UHEs)​

A hidreletricidade se constitui numa alternativa de obtenção de energia elétrica a partir do aproveitamento do potencial hidráulico de um determinado trecho de rio, normalmente assegurado através da construção de uma barragem e da consequente formação de um reservatório. É considerada uma fonte de energia renovável, limpa e permanente, que não produz gás de efeito estufa.​

Atualmente é a fonte de energia que mais contribui para o suprimento de energia elétrica no Brasil. Cerca de 70% da energia elétrica gerada no Brasil provêm deste tipo de geração. No mundo, segundo dados do Governo Federal de 2011, a geração hidrelétrica representava 16% da eletricidade total gerada.

Esta situação invejável do Brasil se deve às próprias condições naturais do país de possuir um grande potencial hidráulico e também à genialidade do homem para obter melhor aproveitamento dos rios. Isso porque, para se desenvolver o potencial hidrelétrico são necessários rios com vazões permanentes, com pouca variação anual, quedas naturais e boa geologia. Em diversas regiões do Brasil estas condições estão presentes, diferenciando o País na capacidade de geração hidrelétrica.

O aproveitamento de rios e quedas d´água no Brasil teve início no final do século XIX, com a construção da Usina de Marmelos (1889), apenas oito anos após a Inglaterra. Em 1908, foi a vez da Energisa inaugurar sua primeira usina hidrelétrica: a Usina Maurício, localizada no rio Novo - município de Leopoldina (MG), com potência instalada de 1200 KW e queda bruta de 20 metros. Até hoje a Usina Mauricio é mantida com seus equipamentos originais e estruturas, sendo considerada verdadeiro museu vivo da história de geração de energia, mostrando o arrojo e espírito empreendedor dos fundadores da Energisa.

Atualmente, existem no Brasil inúmeras usinas hidrelétricas em funcionamento, de diversos portes. Algumas usinas são verdadeiras maravilhas do mundo tecnológico, como é o caso da gigantesca Usina de Itaipu, no rio Paraná: segunda maior em capacidade instalada no mundo com 14.000 MW e responsável por gerar anualmente 19,3% da energia do país. Outras são micro-usinas que aproveitam a queda generosa de um ribeirão, em alguma localidade remota do país, gerando não mais que o suficiente para abastecer uma pequena propriedade rural. Grandes ou pequenas, todas são muito importantes para assegurar que o País continue sendo líder mundial em geração de energia renovável, reduzindo a dependência de fontes fósseis que contribuem para o efeito-estufa.

​​​​​​​​​​​​​​​​​O que é uma Usina Hidrelétrica?

Uma usina hidrelétrica ou hidroelétrica é conjunto de obras e de equipamentos (civis, mecânicos, hidráulicos, etc), que tem por finalidade produzir energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico existente em um rio.​

As centrais hidrelétricas geram, como todo empreendimento energético, alguns tipos de impactos ambientais, mas são consideradas geradoras de energia economicamente mais viável que outras como a energia nuclear e menos agressiva ambientalmente do que a do petróleo ou a do carvão, por exemplo. A viabilidade técnica de cada caso deve ser analisada individualmente por especialistas em engenharia ambiental e especialista em engenharia hidráulica, que geralmente para seus estudos e projetos utilizam modelos matemáticos, modelos físicos e modelos geográficos.

O cálculo da potência instalada de uma usina é efetuado através de estudos de hidroenergéticos que são realizados por engenheiros civis, mecânicos e eletricistas. A energia hidráulica é convertida em energia mecânica por meio de uma turbina hidráulica, que por sua vez é convertida em energia elétrica por meio de um gerador, sendo a energia elétrica transmitida para uma ou mais linhas de transmissão que é interligada à rede de distribuição.

Um sistema elétrico de energia é constituído por uma rede interligada por linhas de transmissão (transporte). Nessa rede estão ligadas as cargas (pontos de consumo de energia) e os geradores (pontos de produção de energia). Uma central hidrelétrica é uma instalação ligada à rede de transporte que injeta uma porção da energia pelas cargas.

A potência instalada é o fator determinante para classificar se uma usina é de grande ou de médio porte ou se é uma Pequena Central Hidrelétrica. Para isso, a Agência Nacional de Energia Elétrica adota três classificações:

  • Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH, com até 1 MW de potência instalada);
  • Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH, entre 1,1 MW e 30 MW de potência instalada); e
  • Usina Hidrelétrica de Energia (UHE, com mais de 30 MW de potência instalada).

Em relação à dimensão dos reservatórios:

  • CGH: usina a fio d’água. Normalmente com barragem somente para desvio do curso d`água;
  • PCH: normalmente os reservatórios tem área de no máximo 3km²; e
  • UHE: os reservatórios possuem área maior que 3km².
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O que é uma​ PCH?

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PCHs são Pequenas Centrais Hidrelétricas que se caracterizam pela potência máxima de até 30 MW e reservatório com área igual ou inferior a 300 hectares (3 km²), conforme define a resolução nº 394, de 4/12/1998, da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A área do reservatório é delimitada pela cota d´água associada à vazão de cheia com tempo de recorrência de 100 anos.​

Diferentemente de uma usina hidrelétrica de grande porte, as PCHs não se utilizam de reservatórios para armazenagem de grandes volumes de água. Elas operam a fio d’água, ou seja, permitem a passagem contínua de toda água com uma capacidade nominal mais estável. As PCHs aproveitam a força da correnteza e a vazão natural dos rios sem precisar estocar água; requerem uma pequena área inundável, muitas vezes equivalente ao nível das cheias do rio.​

As PCHs representam geração de energia limpa a um custo ambiental pequeno. Apesar desta simplicidade e baixo impacto, passam por todas as etapas do processo de licenciamento ambiental similar ao exigido para as grandes usinas hidrelétricas (EIA-RIMA, emissão de LP, LI e LO com programas de controle e mitigação ambiental).​

O Grupo Energisa escolheu investir em PCHs exatamente pelas características sustentáveis destes empreendimentos e baixíssimo impacto ambiental.​

VANTAGENS DAS PCHs:

  • • Fonte renovável: menor impacto ambiental para as gerações presente e futura.
  • • Operam a fio d’água: menor impacto ambiental.
  • • Construção mais rápida: menor impacto social.
  • • Geração distribuída e descentralizada: maior confiabilidade para o sistema elétrico da região aonde esta conectada.
  • • Menores custos de Geração: Contribui para a modicidade tarifária.
  • • Diminui a emissão de gases de efeito estufa ao substituir fontes térmicas fósseis.
  • • Utiliza 100% equipamentos, serviços de engenharia e construção 100% nacionais.
  • • Geração de impostos (ICMS, ISS) para municípios.
  • • Geração de empregos diretos e indiretos.
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