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Nossa História

​​​​​​Há mais de um século o Grupo Energisa, nova denominação do Sistema Cataguazes-Leopoldina, acumula experiência, conhecimento e tradição nas atividades de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. Uma história de desafios bem sucedidos e comprometimento com o desenvolvimento sustentável das áreas onde atua. Esta história começou em 26 de fevereiro de 1905 quando os empreendedores José Monteiro Ribeiro Junqueira, Norberto Custódio Ferreira e João Duarte Ferreira fundaram a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (hoje Energisa Minas Gerais) empresa que deu origem ao Grupo.

Na área de geração, o Grupo especializou-se na construção, operação e gerenciamento de implantação de projetos de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas).

A primeira experiência de construção de uma usina hidrelétrica começou em 1º de agosto de 1905 quando foram abertas as propostas apresentadas por seis firmas para realização das obras. Em 21 de maio de 1906, o contrato para a construção da usina era assinado com a Trajano de Medeiros & Cia.

Os estudos e levantamentos de viabilidade técnica indicaram a Cachoeira da Fumaça, no Rio Novo, na altura de Piacatuba, distrito de Leopoldina, como o mais adequado. Com potencial hidrelétrico de 18 mil cavalos-vapor, a Cachoeira da Fumaça possibilitava à empresa estender o fornecimento de energia a outras cidades da região. Antes mesmo da conclusão da usina, foi assinado um acordo de fornecimento de energia à cidade de São João Nepomuceno com o industrial Daniel Sarmento, da Companhia Fiação e Tecidos Sarmento. Esse sistema inovador de pré-venda de energia, adotado pela Energisa há um século é a base do mecanismo de comercialização de energia no mercado livre.

A construção da usina foi uma verdadeira epopeia. No comando das obras, o engenheiro Otávio Carneiro enfrentou todo tipo de obstáculos, como a topografia acidentada do local, carência de mão de obra especializada, estradas precárias para o transporte dos materiais, além de prolongada estação de chuvas. O lançamento da pedra fundamental da futura hidrelétrica se deu no dia 2 de setembro de 1906. A Usina Maurício entrou em operação em 14 de julho de 1908, portanto em 22 meses e 12 dias após ter sido iniciada. A usina Maurício com seus equipamentos originais encontra-se até hoje em funcionamento.

Experiência centenária na construção de usinas hidrelétricas

Decidida a impulsionar o processo de expansão, a Cia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina adquiriu, em 15 de abril de 1918, a Usina Coronel Domiciano, em Muriaé (MG), com capacidade geradora de 360 HP, que possibilitou à empresa estender os serviços de distribuição de energia elétrica. Em 1918 adquiriu a Companhia Pombense de Eletricidade, proprietária da Usina Santo Antônio, no município de Rio Pomba, logo desativada.

Anos 20

Em substituição à Usina Santo Antônio, iniciou a construção de outra unidade geradora, também em Rio Pomba, denominada Usina Ituerê, inaugurada em 16 de agosto de 1928 com a presença do presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada.

Anos 50

Para enfrentar a onda estatizante dos anos 50, a Energisa apostou na qualidade dos serviços prestados e experiência adquirida nos tempos difíceis de pioneirismo na geração e distribuição de energia. A solução veio com a construção de mais uma usina no Rio Novo, agora aproveitando toda a queda de 90 metros da Cachoeira da Fumaça, onde já se encontrava instalada a Usina Maurício. A Nova Usina Maurício entrou em funcionamento em março de 1956, operando uma unidade geradora com capacidade de 5 MW. Em abril de 1958, mais uma unidade geradora da Nova Usina Maurício entrou em operação, acrescentando outros 5 MW à capacidade inicial. O projeto obteve apoio pioneiro do então recém-fundado BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico).

Anos 70, 80 e 90

A terceira turbina da Usina Maurício, de 11,2 MW, foi implantada em 1970, ano em que a empresa alterou a sua frequência de distribuição de 50 hz para 60 hz.

Na década de 80 a empresa inaugurou um conceito moderno de PCH no país, com a construção da Usina do Glória, de 13 MW, em Muriaé, mais um marco na história da geração na companhia. Posteriormente, dois grandes projetos de repotenciação de usinas foram executados com arrojo: a PCH Coronel Domiciano, de 5 MW, em Muriaé, e a PCH Neblina, de 5 MW, em Ipanema, que funcionava desde 1948 com apenas uma turbina e, a partir de 1996, passou a operar com quatro turbinas.

Em 1999 o Grupo Energisa criou a Cat-Leo Energia S/A, que posteriormente passou a denominar-se Cat-Leo Construções, Indústria e Serviços de Energia e hoje é conhecida como Energisa Soluções. No mesmo ano, adquiriu as usinas Anna Maria e Guary, em Santos Dumont, Minas Gerais. No ano seguinte, concluiu, no prazo recorde de 362 dias, a PCH Benjamim Batista, de 9,5 MW, em Manhuaçu.

Século 21

Em junho de 2001, em mais um projeto pioneiro, deu início às obras de construção da Usina Termelétrica de Juiz de Fora (UTEJF), primeira termelétrica a gás natural de Minas Gerais. A usina, cuja primeira fase foi concluída no mesmo ano, possui capacidade instalada para gerar 660 megawatts-hora por ano, energia suficiente para abastecer 400 mil residências, utilizando modernas tecnologias de geração térmica a gás natural com turbinas aeroderivativas da General Electric.

Em 2002, a empresa se lançou em outra empreitada de vulto, iniciando simultaneamente as obras de cinco novas PCHs, todas na Zona da Mata mineira. Com investimentos de R$ 250 milhões (referência de 2002) foram construídas em dois anos as usinas Ivan Botelho I (24 MW) – rio Pomba , Túlio Cordeiro de Melo (15,8 MW) – rio Matipó (verifique) , Ivan Botelho II (12,4 MW) – rio Pomba, Ormeo Junqueira Botelho (22,7 MW) rio Muriaé, e Ivan Botelho III (24,4 MW), rio Pomba.

Em 2004, voltou seu foco de atuação para a prestação de serviços de engenharia, manutenção e operação de hidrelétricas e subestações e fabricação de equipamentos eletromecânicos e hidromecânicos. No mesmo ano, expandiu seu Know How em construção de usinas hidrelétricas para terceiros e para além das fronteiras de Minas, iniciando a construção de duas PCHS no Mato Grosso: a PCH Ombreiras, com capacidade de geração de 26 MW e a PCH Canoa Quebrada, com potência de 28,8 MW. Também em 2007 atuou na reforma da PCH Pedrinho no Paraná.

Surge o Grupo Energisa

Em 2007, sob mesmo controle e gestão, o Sistema Cataguazes-Leopoldina transformou-se no Grupo Energisa, formado por cinco distribuidoras, nos estados de Minas Gerais, Paraíba, Sergipe e Rio de Janeiro. Três empresas prestadoras de serviços: Energisa Soluções, com atuação na área de operação e manutenção de usinas hidrelétricas e desenvolvimento de soluções integradas de energia elétrica; Energisa Serviços Aéreos de Prospecção, com atuação no mercado de serviços de inspeção termográfica aérea e içamento de cargas e Energisa Comercializadora, empresa com atuação na comercialização de energia elétrica, na produção de serviços e consultorias em temas ligados a essa atividade.

A Energisa Geração cuida do gerenciamento de construção dos projetos de geração e o desenvolvimento de novos empreendimentos de energia renovável.

Em 2009, em mais um projeto ousado iniciou a construção de três PCHS no rio Grande (RJ): Caju, Santo Antônio e São Sebastião do Alto, juntas com capacidade de 31 MW de geração.

Ao longo de sua história centenária foram desenvolvidas, construídas e repotenciadas 26 centrais de geração.

Em março de 2011 a PCH Caju era a primeira PCH a entrar em operação comercial.

Agosto de 2011 – entra em operação a PCH São Sebastião do Alto. Também neste mês o Grupo Energisa dá início à construção da PCH Zé Tunin, na bacia do Rio Pomba, no município de Guarani (MG), entre as PCHs Ivan Botelho II (Palestina) e Ivan Botelho III (Triunfo).

A Energisa adquire, em dezembro de 2011, duas termelétricas pertencentes à Tonon, localizadas nas usinas de Bocaina (SP) e Maracaju (MS), totalizando 60 MW de energia.

Em fevereiro de 2012 entra em operação comercial a PCH Santo Antônio.

Em março de 2013 a PCH Zé Tunin entra em operação comercial.

Atualmente, a Energisa Geração construiu, simultaneamente, cinco usinas no Rio Grande do Norte (Renascença I, II, III, IV e Ventos de São Miguel), que juntas constituem um Parque Eólico de 75 aerogeradores com capacidade instalada de 150 MW e produção superior a 700 GWh por ano, capazes de fornecer energia renovável para 1,4 milhão de pessoas.

Conheça mais sobre a história de todo o Grupo Energisa ​aqui.